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Radiologia
A Radiologia, desde os seus primórdios até os dias atuais,
apresentou grande progresso, tanto no que se refere à técnica,
quanto ao conhecimento. Os aparelhos, além de grande
fidedignidade na obtenção das imagens, possuem hoje, mecanismos
que permitem utilização de pequena quantidade de radiação
primária para a obtenção de imagens.
Não se recomendam procedimentos radiológicos em pacientes
gestantes até o terceiro mês (12 semanas), em virtude de
eventuais malformações fetais, as quais também não ocorrem em
trabalhos experimentais, na imensa maioria dos casos. Nos casos
de indicação é necessário uma proteção da paciente para a
realização do exame.
No Instituto Goiano de Radiologia, realizam-se todos os exames
simples, bem como os contrastados em todas as especialidades
médicas, tendo ainda todo o seu funcionamento informatizado, com
possibilidade de entrega imediata de resultados dos exames.
A mamografia é o exame de escolha para a detecção das doenças
mamárias, principalmente no diagnóstico precoce do câncer. Uma
grande variedade de equipamentos é utilizada para a realização
dos exames, que vão desde aparelhos convencionais adaptados até
os modernos mamógrafos de alta resolução com sistema digital de
50 micras.
O Colégio Brasileiro de Radiologia desenvolveu o programa de
qualificação nos serviços de mamografia no país, certificando
aqueles que respondem às exigências da Comissão Nacional de
Energia Nuclear (CNEN) quanto à qualidade dos aparelhos e dos
especialistas envolvidos.
O Instituto Goiano de Radiologia faz-se presente nesse restrito
grupo especializado, contando com dois mamógrafos
computadorizados de última geração da marca GE modelo
Alfa XT com focos de Raios X ultrafinos e todas as opções
técnicas necessárias para um estudo de qualidade, visando à
proteção dos pacientes quanto à dosagem de radiação ionizante.
Conta ainda com um sistema de CAD da Fuji Done E3n
com monitores de alta resolução integrados com software para
pesquisa de calcificações ocultas e de distorções do parênquima
glandular.
Nos últimos anos, graças aos avanços da tecnologia, surgiram
várias modalidades de diagnóstico por imagens, que hoje fazem
parte da radiologia moderna. A ultra-sonografia coloca-se como
uma das mais importantes, principalmente sob o ponto de vista de
custos, riscos e benefícios aos pacientes. Dentre todas as novas
técnicas, ela preenche com intensidade esses objetivos
contribuindo para uma melhora da qualidade da medicina.
O Instituto Goiano de Radiologia (IGR) conta com cinco aparelhos
de ultra-sonografia dois HDX 5000 dois Accuvix-XQ
e um Titan e transdutores (sondas) apropriados para cada
região do corpo humano. Um dos aparelhos utiliza o sistema
Doppler, capaz de estudar o fluxo dos vasos sangüíneos, com o
auxílio da fluxometria em cores, tornando ainda mais fácil o
diagnóstico de doenças vasculares, de modo geral. Além disso,
realiza exames intervencionistas, tais como biópsias de próstata
e punções abdominais de forma dirigida, bem como estudos de
vascularização peniana nos casos de impotência sexual masculina.
A partir de 1° de março de 2004, teve início a radiologia
digital que é uma forma computadorizada da radiologia. Com este
novo método, pode-se fazer os estudos mais detalhado com
melhores resoluções principalmente da estrutura óssea. Esta nova
fase da radiologia dá ao radiologista uma nova perspectiva nos
estudos das patologias em geral. Nos exames de mamografia são
utilizados um sistema digital de 50 micras de resolução
da marca Fuji modelo CRA5000 de quatro gavetas.
É um método de diagnóstico importante nas
doenças que exigem o conhecimento das condições atuais da
estrutura óssea, no que diz respeito ao seu volume e densidade.
Esse método é usado toda vez que se julgar necessário saber se
existe ou não a redução da massa óssea, conhecida universalmente
como osteoporose. O IGR utiliza duas D.O. marca Hologic modelo
QDR 4500W. sendo uma de corpo inteiro.
O Instituto Goiano de Radiologia fez, recentemente, a aquisição
de dois aparelhos de Densitometria Óssea, que estão colocados em
cada uma das clínicas hoje existentes (Avenida Goiás, nº. 1000,
Centro e Avenida 84, nº 351, Setor Sul).
Essas duas unidades estão funcionando desde 01 de janeiro de
2003 e possuem todos os tipos de convênios que já são de uso
normal nos Departamentos de Radiologia Geral, Radiologia
Intervencionista, Mamografia, Ultra-sonografia com Ecodoppler em
Cores, Tomografia Computadorizada Espiral e Ressonância
Magnética.
Há doze anos, o Instituto Goiano de
Radiologia usa a R.M. como método de diagnóstico por imagem
tendo realizado, nesse período, mais de quinze mil exames. Foi a
primeira clínica na região Centro-Oeste a investir em R.M. de
alto campo (1.5 Tesla).
Com isso, coloca-se mais uma vez junto aos grandes centros do
país em igualdade de condições nesse mais avançado método de
diagnóstico por imagem. Para o próximo ano, já está programada a
aquisição de uma nova R.M. com a possibilidade de se fazer
estudo em mama, vascular de alta resolução e funcional, métodos
esses, hoje, usados somente nos grandes centros de pesquisas.
Com tudo isso, o Instituto Goiano de Radiologia espera
continuar, como sempre, na liderança dos diagnósticos por imagem
e em R.M. de alto campo na região Centro-Oeste.
O IGR utiliza duas unidades de RM de 1.5 tesla modelo
HDx XT GE.
O Instituto Goiano de Radiologia trabalha, com
TC Helicoidal de 64 linhas de detectores que tem a
capacidade de fazer um exame do Crânio em 3 segundos, enquanto a
TC normal o faz em aproximadamente 15 minutos. A TC Helicoidal
possui recursos importantes nos estudos vasculares do Crânio,
Coração, Coronárias, Membros Inferiores e Superiores, Tórax,
Pescoço, Mamas e Abdômen, dando aos médicos radiologistas
mais segurança nos diagnósticos, uma vez que os artefatos de
movimentos são inexistentes. Com esse novo aparelho, que começou
a funcionar a partir de 1 de agosto de 2008, o Instituto Goiano
de Radiologia se coloca junto aos grandes centros do país na
área de diagnóstico com TC Helicoidal 64 linhas de detectores.
Nos exames vasculares são utilizados uma bonba injetora de duas
cabeças informatizada que tem a possibilidade de realizar um
exame mais detalhado dos vasos.
Em 1° de março de 2008, a aquisição de duas nova Estações de
Trabalho AW4.0 ligada a uma processadora á laser em
cores, melhorou a documentação das lesões que requerem um estudo
colorido para uma melhor compreensão.
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